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Campanha eleitoral como processo de ativação (Cid Pacheco e Marcelo Serpa, 1998)

(ARTIGOS)

Segundo Lazarsfeld, Berelson e Gaudet in “The People´s Choice”
Papel da Campanha
(A campanha eleitoral é) “… um processo de ativação“.
O que uma campanha política (eleitoral) faz, por assim dizer, não é formar novas opiniões, mas trazer à tona velhas opiniões, acima dos limiares de consciência e decisão.
Campanhas políticas (eleitorais) são importantes, primariamente porque ativam predisposições latentes.
Explicação analógica
A fotografia já se encontra no negativo exposto, mas não aparece até que o processamento a revele – primeiro, palidamente e, finalmente, em plena nitidez.
O revelador, contudo, não tem influência no conteúdo da foto que emerge.
Crianças esfregam a ponta do lápis num pedaço de papel sobre uma moeda. A estrutura da moeda determina a imagem que aparece. Nenhuma imagem apareceria se a superfície da moeda não tivesse uma estrutura. Entretanto, é necessário o esfregar o lápis para fazer emergir o desenho subjacente.
A campanha de propaganda tem alguma coisa semelhante ao efeito do revelador fotográfico ou dos riscos do lápios.
“Ela traz as predisposições do eleitor ao nível da visibilidade e da expressão. Ela transforma a tendência política latente num voto manifesto”.
PACHECO, Cid. SERPA, Marcelo.
Campanha eleitoral como processo de ativação. Notas de aula.
Rio de Janeiro: NUMARK/ECO/UFRJ/Instituto CPMS Comunicação, 1998.

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