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Opinião e comportamento eleitoral _ SERPA, Marcelo. 2011

In:
SERPA, Marcelo. Opinião e comportamento eleitoral in Sufrágio e Espetáculo na America Latina. Rio de Janeiro: Eco / UFRJ. 2010. 13 p. CAPÍTULO 3: Opinião e comportamento eleitoral

Abordados os conceitos de poder, política, democracia e sufrágio, abre-se espaço para o questionamento sobre o comportamento eleitoral. Isto porque pessoas têm experiências diferentes em suas relações com a política e eleição, tanto que, alguns se tornam membros ou gestores de partidos políticos, difundindo informação, mobilizando outras pessoas para causas políticas e dedicando parte das suas vidas a essa participação política; outros somente dedicam interesse esporádico às coisas da política quando votam ou apóiam ou subscrevem listas de alguns dos muitos movimentos que circulam por aí (hoje, inclusive, pela internet); e outros vivem à margem da política, ocupados com seus assuntos pessoais, dedicando-se às suas carreiras, famílias e amigos.

Não obstante a amplitude e importância dos diferentes atores (partidos, elites, instituições, eleitorados, e muitos outros) e formas de participação política (voto, atuação em campanhas, contribuição financeiramente, militância em partidos e agremiações, manifestações e protestos, boicote a produtos e ações etc.), o presente capítulo objetiva o entendimento do cidadão, focado numa forma particularmente importante de comportamento político que é o comportamento eleitoral.

O comportamento político, e em especial o eleitoral, implica fundamentalmente em fazerem-se escolhas. E estas escolhas levam em conta preferências, atitudes e opiniões individuais e de grupo. No âmbito eleitoral, a chamada opinião pública.

A Grécia á clássica admitia distintos graus do saber quando designava por pístis a crença ou fé, alógica e metafísica, de caráter estrutural, estável, duradouro e constante; por doxa a opinião, ilógica ou paralógica, de caráter conjuntural, instável, efêmero e variável; e por episteme a ciência, somente esta última de natureza lógica.

A opinião é, assim, mutante (e por conseqüência mutável), com temporalidade e historicidade (vem de um passado e vai para um futuro). Platão distingue claramente ciência de opinião, esta última um sentimento subjetivo desprovido de fundamentação científica.

No entendimento democrático todas as opiniões têm igual valor, dignas todas elas de respeito e tolerância, vigorando (em caso de divergências) a opinião da maioria.

Então, a opinião pública designaria a vontade da nação e deveria ser, assim, a força que rege a ação do Estado (“Vox Populi Vox Dei”). Para que tal ocorra, a livre expressão é pressuposto básico dos regimes democráticos.

Entre a nesciência[1] e a certeza, os indivíduos encontram o estado de dúvida ou de opinião formada. Mas é nestes dois últimos estados mentais (a dúvida e a opinião) que se encontra a maior parte das pessoas. Mas, como se chega a desenvolver uma opinião?

Valores, esquemas,
atitudes e opiniões

De maneira simplificada, as pessoas seguidamente desenvolvem, sobre tudo o que lhes afeta direta ou indiretamente, juízos que podem ser emocionais ou racionais (ou as duas coisas ao mesmo tempo). Estes juízos apresentam-se na forma de crenças, atitudes ou opiniões. As crenças são avaliadoras e contribuem para a formação dos valores e podem apresentar-se na forma de esquemas ou, ainda, de estereótipos. O conjunto de crenças e valores do indivíduo determinam as suas atitudes frente a objetos específicos. As atitudes, de certa forma, marcam uma predisposição a crer. A racionalização e verbalização da atitude é a opinião. Ela, a opinião, é a face aparente e observável dos juízos racionais e irracionais. Como os juízos se desenvolvem constantemente, a opinião se move sempre, é mutante e portanto mutável. Quando se viabiliza a atuação sobre as crenças, os valores e as atitudes dos indivíduos (o que nem sempre se dá, é bom lembrar) possibilita-se mover-se a opinião.[2]

Daí o enorme interesse que o tema tem suscitado.

Para Berelson e Steiner, “as crenças, atitudes e opiniões são juízos emocionais e/ou racionais sobre uma ou outra postura, ou tema controvertido de competência pública: um tema político, uma idéia religiosa, uma posição moral, um gosto estético, uma certa prática, etc.” [3]

As pessoas desenvolvem valores que as orientam na sua conduta pessoal:

“[…] crenças avaliadoras sobre o que é desejável, seja como um fim ou um estado (Rokeach os chama valores terminais: Ex.: Todo mundo deve ter iguais oportunidades de prosperar) ou como um meio para atingir um fim (o que Rokeach denomina valores instrumentais: Ex.: As pessoas devem prosperar segundo seu trabalho). Os valores funcionam teoricamente como pautas para a conduta pessoal ou social e, em geral, como planos que guiam a ação pessoal […] enquanto uma atitude se refere a uma organização de várias crenças enfocadas a um somente objeto, um valor é uma crença que concerne a um fim ou estado desejado ou forma de conduta preferida. Em vez de estar unido a um objeto, um valor se refere a um objetivo. Segundo esta concepção, os objetos específicos se avaliam em situações específicas quando influem na consecução de objetivos valorados. Os valores servem como pautas explícitas para julgar estados e condutas, segundo Rokeach, enquanto que as atitudes simplesmente implicam agrados e desagrados. Posto que as pessoas têm unicamente tantos valores como crenças sobre fins ou estados desejáveis ou modo de conduta, é provável que estes se contem “somente por dúzias, enquanto as atitudes se contam por milhares […] os valores são também, segundo indica Rokeach, mais importantes para a personalidade que a maioria das atitudes” [4]

A partir dos valores desenvolvem-se também os esquemas:

“uma estrutura cognitiva que representa o conhecimento geral de alguém sobre um conceito dado a um campo de estímulo e que inclui tanto atributos de um conceito como as relações entre os atributos” [5]

Segundo Price (1994), os esquemas (interpretados como mais básicos e fundamentais que as opiniões – que são situacionais e superficiais) são inferidos, mas não diretamente observáveis, e usados como explicação teórica para as expressões públicas de opinião. Constituem-se assim como filtros perceptuais por onde passam as informações relevantes sobre um questão pública. Uma vez ativado, o esquema traz à mente um conjunto de idéias e conceitos inter-relacionados, alterando as associações que as pessoas fazem ao considerar a informação nova.[6] Inclusive, para Pratkanis e Greenwald (1989), o conceito de atitude tem sido recentemente recriado como uma subclasse especial de esquema. Pacheco e Serpa utilizam os estereótipos, como uma tipologia particular de esquema, utilizados pelos indivíduos no seu processo de formação de opinião[7]:

“Estereótipos são crenças que se referem a grupos e categorias sociais humanas, usualmente expressas sob forma afirmativa, geralmente referentes ao presente, de grau de certeza e importância variável – a depender de quem crê e do conhecimento sobre tais grupos alvo, de baixo grau de consciência, organizadas sob a forma de sistemas e acompanhadas por ações consistentes com o que se acredita, e dependentes de um forte grau de compartilhamento social – senão estaríamos falando de crenças idiossincráticas e não de crenças estereotípicas.[8] Em outras palavras, estereótipos são idéias ou convicções classificatórias preconcebidas sobre algo ou alguém, resultantes de uma visão convencional, simplificada e formulista”. [9]

Já as atitudes, permitem às pessoas medir uma situação e fazer um juízo bom ou mau. Segundo Smith, Bruner e White,[10] quando uma atitude fortemente sustentada sobre um objeto concreto se evoca pode-se rapidamente formar um juízo na mente, de tal forma que a informação subseqüente fica sujeita a uma interpretação seletiva. Uma atitude está representada na memória pelas características de um objeto e pelas regras de aplicação (por exemplo, um advogados é alguém que estudou leis); como um resumo avaliativo de tal objeto (por exemplo, não gosto de advogados); e como uma estrutura de conhecimento que apóia a avaliação (por exemplo um conjunto de crenças sobre os advogados). Como todo esquema, as atitudes servem como instrumentos perceptuais e cognitivos que ajudam a organizar o pensamento sobre os objetos. Sua função principal, entretanto, é considerada heurística; simplificam a tarefa de avaliar objetos. As atitudes, também teoricamente, realizam outras funções sobre a personalidade. Podem ser defensoras do ego, por exemplo, realizando seu papel ao estabelecer, manter e intensificar o sentido de auto-avaliação de uma pessoa. [11]

Para Price ambas, opiniões e atitudes, implicam em aprovação ou desacordo:

“Uma atitude é uma predisposição secreta ou uma tendência pscologica […]; Opiniões são consideradas habitualmente como observáveis, respostas verbais ante um tema ou questão […]; Atitudes referem-se mais ao afeto (gostos ou fobias fundamentais), as opiniões mais ao conhecimento (uma decisão consciente de apoiar ou opor-se a algo); […] A atitude, uma orientação global, duradoura. A opinião, ligada a um tema concreto num contexto específico. Atitudes, nunca estão diretamente acessíveis aos pesquisadores, devendo ser inferidas das opiniões verbalizadas ou de outra conduta pública” [12]

As definições de opinião pública, com freqüência, comprometem-se formalmente com uma definição das opiniões como verbalizadas. Para ser efetivas as opiniões tem de expressar-se:

“As opiniões teriam que verbalizar-se mediante qualquer outra forma de manifestação de apoio ou oposição a alguma ação” [13]

Como nascem as atitudes, os estereótipos
e a opinião individual?

Todo indivíduo é, diariamente, ativamente impactado pelos fatos e informações pessoais e midiáticas que recebe – fatores determinantes primários, e ainda, de forma latente ou não-manifesta, por uma série de outros fatores que contribuem para, a partir de seus sentimentos e reflexões, determinar sua visão de mundo, consubstanciada em suas atitudes – fatores determinantes secundários que podem ser hereditários (como os biológicos: temperamento, sexo e idade, os psicológicos: motivações e caráter, os sociológicos: escolaridade e extrato social) ou ambientais (como os econômicos: ocupação e renda, os antropológicos: valores, crenças e costumes, os geográficos: clima, ecologia e base racial). Assim, desenvolve-se ao longo do tempo o que se chama de atitude, uma predisposição para reagir que é inerente a cada indivíduo[14], relativamente duradoura, baseada em crenças sobre um objeto que as leva a responder de maneira preferencial,[15] ou uma disposição mental para uma ação potencial[16]. A racionalização desta atitude[17] é expressa verbalmente na forma da opinião[18]. Pacheco e Serpa descrevem, resumem e ilustram o processo:

Figura 1. Fatores de formação da Opinião Individual. Notas de aulas.
Professores Cid Peres Pacheco e Marcelo H. N. Serpa.
NUMARK / ECO / UFRJ. 1994.

No processo de compartilhamento social da opinião com o grupo, quando ela deixa de ser opinião individual para ser opinião pública, o indivíduo, em função de seu interesse ou desinteresse, num mecanismo de atenção seletiva, tria as informações que considera relevantes, classificando-as, simplificando-as e reduzindo-as de forma a facilitar sua assimilação num mecanismo de retenção seletiva. É quando se lança mão dos esquemas e dos estereótipos, utilizados pelos indivíduos no seu processo de formação de opinião. Então, em nível individual, discorda-se ou concorda-se com a informação recebida reforçando-a ou reduzindo-a, e a partir dessa concordância ou discordância se expressa a opinião e desenvolve-se um comportamento, tal como demonstrado abaixo:

Figura 2. Formação da Opinião Individual. Notas de aula:
Professores Cid Peres Pacheco e Marcelo H. N. Serpa.
NUMARK / ECO / UFRJ. 1994.

Propagação da opinião pública

Com o advento da sociedade de massa, nas décadas de 30 e 40, era preciso explicar os mecanismos de comunicação de massa – é quando surge uma teoria que concebe o cidadão como um elemento individual que, atingido por uma mensagem, passa a ser diretamente influenciado por ela: a Teoria Hipodérmica. Tudo se passaria como se a mídia pudesse injetar uma informação nos indivíduos de uma sociedade, e estes, aceitassem as mensagens, mesmo que seu conteúdo divergisse de seus valores e ideais, e fossem, assim, manipulados por ela. Talvez uma explicação para a sociedade de massas e os indivíduos susceptíveis a certa manipulação por parte dos emissores, ou para os estados totalitários, o Nazismo alemão, o Fascismo italiano – há quem exemplifique e ilustre a aplicação do modelo através do caso do estado cubano: um líder carismático e autoritário; o culto popular a esse líder; e a manipulação desta população pelo seu líder. Pode-se dizer que pela Teoria Hipodérmica os efeitos da mensagem se dão quase como manipulação, num esquema de estímulo-resposta, baseado basicamente em propaganda. Mas a partir de 40, com as pesquisas de Lazasfeld, e posterior publicação de The People’s choise,[19] surge um modelo que considera o contexto social, uma vez que acredita que as interações sociais entre indivíduos influenciam os efeitos da comunicação alterando o resultado global onde a ação dos meios de comunicação é só uma parte do problema: a teoria do fluxo de comunicação em dois níveis, ou two step flow of communication. Admite-se hoje que o processo se dá em múltiplos níveis (multi-step flow):

“a opinião publica não é algo estático, mas algo sujeito a transformação, a alteração no transcurso da história.[…] A opinião pública muda e se modifica com outros fatores, influenciada por diferentes elementos e inter-relações que existem entre eles; conseqüentemente, a opinião pública é sempre descritível e compreensível como função de um conjunto de fatores inter-relacionados.[…] A opinião pública equivale a um sistema aberto (no sentido da teoria dos sistema gerais) que envolve sua hierarquia de componente – subsistemas -e que é parte de super-sistemas mais amplos” [20]

Pacheco e Serpa descrevem, resumem e ilustram o processo:

Figura 3. Propagação da Opinião Pública. Notas de aula: Professores Cid Peres Pacheco e Marcelo H. N. Serpa. NUMARK / ECO / UFRJ. 1994.

A mídia irradia um cone de informações para a sociedade. Impactados pelos fatos e mensagens midiáticas os indivíduos desenvolvem seus processos de formação das opiniões individuais, e se inter-relacionam dentro dos seus grupos de referência e através de vários públicos primários e secundários (ou segmentos de público diversos). Então, não obstante o fato de que a mídia tem um papel importante no que diz respeito à irradiação da mensagem, disseminando informação e, inclusive, pautando temas numa dada comunidade, a formação da opinião vai dar-se através do encadeamento dos vários indivíduos, grupos e públicos em torno de um tema público,

conforme ilustrado nas figuras 3 e 4:

Figura 4. Propagação da Opinião Pública: Irradiação e Encadeamento. Notas de aula: Professores Cid Peres Pacheco e Marcelo H. N. Serpa. NUMARK / ECO / UFRJ. 1994.

Indiferença e opinião pública

Cinqüenta anos de pesquisas e sondagens têm confirmado constrangedoramente as primeiras suspeitas de Bryce (1988) e Lippmann (1922) de que o grosso da população geral é desinteressada e está desinformada sobre a maioria das matérias que poderiam considerar-se temas públicos (ver, por exemplo, Erksine, 1962 e 1963). Quase 10% não presta atenção em absoluto nem sequer às mais evidentemente visíveis campanhas presidenciais. É comum concorrência de votantes em eleições presidenciais próxima a 50% (Key, 1961). Aproximadamente 66% da população americana tem pouco ou nenhum interesse por política (Neumann, 1986 e Kinder & Sears, 1985). Cerca de 33% das opiniões colhidas em sondagens de população geral são simplesmente as respostas que passam pela cabeça, oferecidas sem que se dedique nenhuma reflexão ou discussão prévia (Bishop, Oldendick, Tuchfarber e Bennet, 1980; Graber, 1982; Neumann, 1986). Por outro lado, as sondagens permitem estimar quanta gente não tem nenhuma opinião sobre um tema, o que não é em nenhum caso uma informação trivial. “O mero fato de que as sondagens de opinião tenham um papel institucionalizado na esfera política tem dado à opinião das massas um impulso crescente na configuração da política (Sabato, 1981). “Uma parte substancial da cidadania… “pode preocupar-se” com o como se desenvolvem as eleições, e pode ter um certo “interesse” nas campanhas. Este envolvimento costuma ter implícito um certo sentido de compartir o processo político… ainda que as atividades associadas com este sentido de envolvimento sejam de tipo diferente daqueles dos públicos altamente atentos, cujos membros estão especialmente bem informados e em contato bastante direto com os processos públicos” (KEY, 1961) [21].

No Brasil esta marcante indiferença foi observada e estudada pioneiramente pelo professor Cid Pacheco (ECO-UFRJ) que esclarece tratar-se de fenômeno universal, e o descreve ao enunciar a sua “Lei da Indiferença”[22], reconhecida pelo mercado e pela ABCOP – Associação Brasileira dos Consultores Políticos, entidade que realiza diversos estudos no campo da ciência eleitoral e divulga as experiências de seus integrantes em Congressos Nacionais de dois em dois anos (atualmente na nona edição).

Mas, se não é o discurso político racional que move o eleitor, então o que seria? Há quem sugira que a importância do discurso político nos processos eleitorais atuais está relativizada, cedendo espaço para o campo comunicativo – fala-se em política-sedução, modelos de comportamento carnavalizados ou espetacularizados, e temas similares que serão analisados no próximo capítulo.

Referências bibliográficas

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SPINALT, C. M. Técnica e psicologia da propaganda moderna. São Paulo: Impres. s/d. 202 p.

THURSTONE, Louis Leon. CHAVE, E. J. The measurement of attitude. Chicago: Press Chicago, 1929

[1] Desconhecimento. Nesciente, pode-se dizer daquele a quem falta a ciência de alguma coisa, que não a conhece.(…).

[2]PACHECO, C.P. e SERPA, M.H.N. Notas de aula. Rio de Janeiro: NUMARK/ECO/UFRJ, 1994

[3] Berelson, B. Steiner, G. A. Human behavior: an inventory of scientific finding. New York: Harcourt, Brace y World, 1964, p. 557 apud PRICE, 1994, p.67

[4] ROKEACH, M. The nature of human values. NY: Free Press, 1973 p. 18, apud PRICE, 1994. p. 78

[5] FISK, S. T. y TAYLOR, S. E. Social Cognition, Reading. MA: Addison-Wesley, 1984. p. 13 apud PRICE, 1994, p. 74

[6]PRICE, 1994, p. 74-76

[7] PRATKANIS, A.R. y GREENWALD, A.G. A sociocognitive modelo of atittude structure and function, in L. Berkowitz (comp), Advances in experimental social psycology (Vol.22, os. 245-285) NY: Academic Press, 1989, apud PRICE, 1994, p. 76 e PACHECO, C.P. e SERPA, M.H.N. Notas de aula. Rio de Janeiro: NUMARK/ECO/UFRJ, 1994

[8]KRÜGER, 1995

[9]Liv Sovik in Marcondes, 2009

[10] SMITH, M. B. BRUNER, J. S. e WHITE, R. W. Opinion and personality. New YorkÇ John Wiley, 1956. apud PRICE, 1994, p. 76.

[11] PRATKANIS, A.R. y GREENWALD, A.G. A sociocognitive modelo of atittude structure and function, in L. Berkowitz (comp), Advances in experimental social psycology (Vol.22, os. 245-285) NY: Academic Press, 1989, e SMITH, M.B., BRUNER, J.S. y WHITE, R.W. Opinions and personality. NY: John Wiley, 1956. p. 41, Smith, Bruner e White, 1956; Katz, 1960, apud PRICE, 1994, p. 77

[12]PRICE, 1994, p. 67

[13] ALLPORT, F. H. “Toward a science of public opinion”, Public Opinion Quartely, I. 7-23, 1937, and CHILDS, H. L. “By public opinion I mean…” Public Opinion Quartely, 5, 53-69, 1939, apud PRICE, 1994, p. 68

[14]Allport in MURCHISON, 1935

[15]ROKEACH, 1981

[16]MANN, 1973

[17]YOUNG, 1963

[18]THURSTONE, 192

[19]Lasarsfeld, 1944

[20]PRADA, 1995

[21]BRYCE, J. The american commonwealth (vol. 3). Londres: Macmillian, 1888 ; LIPPMANN, W. Nueva York: Harcourt Brace Javanovich, 1922 ; ERKSINE, H. G. The polls: The informed public, Public Opinion Quartely, 26, 668-677, 1962 e The polls: Textbook knowledge, Public Opinion Quartelly, 27, 133-141, 1963 ; KEY, V. O. Public Opinion and American democracy. Nueva York: Knopf, 1961 ; NEUMAN, W. R. The paradoxo f mass politics: knowledges and opinions in the american electorate. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1986. p. 10 ; KINDER, D. R. e SEARS, D. O. Public opinion and political action em in LINDZEY, G. e ARONSON, E. (comps.) The handbook of social psychology (3. ed. – vol. 2) ps. 659-741. Nueva York: Ramdom house, 1985 ; BISHOP, G. F. OLDENDICK, R. W. TUCHFABER, A. J. BENNETT, S. E. Pseudo-opinions on public affairs. Public Opinion Quartely, 44, 198-209, 1980, GRABER D. E. The impacto f media reserch on public opinion studies em WHITNEY, D. C. WARTELLA E. e WINDAHL, S. (comps) Mass communications review yearbook )vol. 3, ps. 555-564. Bervely Hills, CA: Sage, 1982 ; SABATO, L. J. The rise of political consultants. New York: Basic books, 1981 ; KEY, V. O. Jr. Public opinion and american democracy. Nueva York: Knopf, 1961, apud PRICE, 1994, p. 56

[22]PACHECO, Cid (Org.) et al. Voto é marketing. Rio de Janeiro: UFRJ/ECO/NUMARK, 1993. 255p.

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